Escriba de Broalhos cronicando cenas no belogue sobre cultura audiovisual e artística

Arquitectura Romântica

O Academismo Clássico é rejeitado, em prol de novas convicções de irregulariade volumétrica, efeitos luminosos, planos imbuídos de movimento e decoração pitoresca. A Arquitectura Romântica, em vez de domar a Natureza, vai-se mesclar nela, fundindo-se harmoniosamente, imitando-a, buscando nela inspiração e medida – agora, torna-se notória a preocupação com a inserção do edifício no meio envolvente.

A sua estruturação é irregular e variada, e a tendência decorativa é para a grande atenção aos pormenores, usando-se ferro e tijolo vidrado, os novos materiais industriais.

Revivalismo eclético e exótico – é como pode ser chamado o modo como a arquitectura romântica floresceu; reunindo inspiração nos estilos arquitectónicos passados de cada nação europeia, e fundindo-os entre si e com os de civilizações exóticas, da Ásia ou África. Reinventam-se os estilos bizantino, mourisco, indiano, românico, gótico, renascentista, barroco, com a adição das novas influências modernas e da mística que cada autor imprimia aos seus projectos.

Em Portugal, a arquitectura oitocentista inspira-se no românico, gótico, manuelino, mourisco e oriental. Desde o Palácio da Pena, à Estação Ferroviária do Rossio, à Praça de Touros do Campo Pequeno, ao Palácio do Buçaco, ou ainda (tardo-romântica) a Basílica de Santa Luzia

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