Escriba de Broalhos cronicando cenas no belogue sobre cultura audiovisual e artística

Diário VI

Coimbra, 24 de Abril de 1951

OFERENDA

Menina que não lês o meu poema

Mas que tens a pureza que nele canto,

Vê na balança dos meus olhos quanto

Pesa a ternura humana que te dou:

Ponho nas tuas mãos ingénuas de criança

Toda a herança

Que da morte da vida me ficou.

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